Melhor noite da minha vida


Mais um dia de trabalho árduo, pensei, enquanto esperava o ônibus de volta pra casa. Horário das 17:30 horas já viu, aquela loucura, para conseguir pegar um lugar para sentar da condução. Ônibus lotado, por sorte a menina que estava sentada, saiu no ponto seguinte ao que eu entrei. Sentei naquele banco como se fosse paraíso, trabalhar 10 horas de pé é bem cansativo.
Próxima parada, cada vez mais, o ônibus ia enchendo, quando adentra um jovem, duns 22 anos, alto, moreno jambo, com olhos cor de mel, aqueles olhos me hipnotizaram a primeira vista, quando dei por mim, Ele, estava na frente do meu banco, cada vez mais apertado o corredor, ele se aproximou de mim, usava daquelas calças saruel, via claramente a big neca que ali continha, pelo volume que fazia. Aquele pacote vivo, esfregava no meu braço que estava esticado, a segurar a poltrona, da frente. Percebi que aquele macho curtia a brincadeira de se masturbar com meu braço, eu estava adorando, ao mesmo tempo, que tinha que fazer cara de paisagem para outras pessoas. Eu comecei a fantasiar a foda com aquele gato, de 1,80 m, braços extremamentes peludos, quando escuto uma voz grossa no meu ouvido: aí, carinha tu pode dar seu lugar pro senhorzinho que adentrou o ônibus, pois claro pensei, cedi o lugar ao velho que nem velho era tanto assim, e me levantei e vi o quanto meu macho era grande, sem espaço tive que eu ficar na frente do banco, por detrás, a pica que masturbava meu braço. Aí percebi o paraíso, que estava, a cada alavancada, sentia a pressão na bunda, daquela mega mala, meu macho, roçava mais e mais e a cada parada, ele conectava a big neca no meu cofrinho, e aqueles pelos dos braços esticados roçando as vezes sobre meu rosto.
Nisso escuto novamente a voz, agora sussurrada : quero fuder você garoto, agora. Hipnotizado descemos do ônibus, eu nem sabia que rua era, apenas queria encontrar um canto, para poder ver Tetê a Tetê a mala que imaginei. Ele, apenas disse que se chamava Paulo, e que ia me foder gostoso. Por sorte, encontramos, uma casa em construção, passava das sete da noite, mas tava claro, adentramos no fundo do terreno, ele me pega numa chave de braço e diz no meu ouvido: tu ta fudido garoto, nisso me taca no muro me coloca de joelhos e libera a anaconda, reta, grossa, duns 23 cm, com big cabeça, chupa agora, mal falou minha garganta foi preenchida por aquela neca, como chupei, ele estocando forte, me engasguei algumas vezes, via no olhar dele, que ele adorava.
Já ta no ponto, garoto, teu cuzinho, agora é meu. Eu pensei, to fudido, e adoro, nem sei porque me chamava de garoto, se eu já tinha 19 anos, talvez pelo meu corpo franzinho, mas tenho bunda de negão, e quando ele retirou minha calça, meu pênis duraço babava, ele vendo meus 18 cms e puras veias, não aguentou e caiu de boca, cara, Paulo chupava como poucos, nisso a vara dele aumentou ainda mais, me virou, deu megas chupadas no meu cuzinho, e colocou a mega cabeça adentro, dei um grito de dor, ele tapou minha boca e sussurrou: relaxa e abre essas pregas, assim que eu fiz, e foi atolando seus 22 cms em mim aos poucos, até ficar imerso meu cu naquela pica que iniciava o vai vem como poucos. O prazer começava e cada vez mais eu tacava minha bunda contra aquela rola quente e macia. Marcos sabia foder, adorava retirar o pau e enfiar de vez na surpresa.
Gozamos litros, ele dentro de mim, e eu no muro. Sem fôlegos, começamos a escutar um barulho, de longe, na qual eu vi que conhecia, era tipo um alarme. Quanto, escuto: acorda, garoto, esqueceu que você hoje tem prova de matemática
Putz, pensei, era apenas um sonho, me levantei e vi meu pau duraço todo melado sobre o lençol.

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